14/04/2012

MOSTRA ESTP 2012 -VivaCidade-


No âmbito do Plano Anual de Atividades vai esta Escola realizar aMostra 2012, nos dias 19 e 20 de abril próximo, subordinado ao tema -VivaCidade- 


Dos vários motivos de interesse para professores e alunos salienta-se, em termos de orientação escolar e profissional, a exposição de trabalhos nos Laboratórios de Ciências de Físico-Química e de Informática, nas oficinas de Eletrotecnia/Eletrónica e Mecânica, em salas específicas, como Ambiente, Educação Tecnológica e Educação Visual, Economia e Contabilidade, área Administrativa, área de Saúde, área de Apoio Psicossocial, Matemática, Turismo, Termalismo, Projetos Europeus, cursos EFA, entre outras, para além da presença de instituições do Ensino Superior e outras entidades.



Por sua vez, os alunos da Escola, durante esses dias, participarão em palestras e atividades dinamizadas por professores do ensino superior e outras personalidades de forma a dar outras perspetivas à sua formação.


Trata-se de uma realização em que a Escola procura mostrar à comunidade o seu trabalho e os seus projetos e receber desta ideias e sugestões, que possam enriquecer esse mesmo trabalho.



Para mais detalhes consulte aqui o folheto da Mostra 2012

27/03/2012

ATIVIDADE | OPINIÃO ... ...


A minha opinião sobre a ida à Biblioteca

Na passada quinta-feira, dia 8, a nossa turma dirigiu-se para a Biblioteca Escolar, onde realizamos uma ficha sobre a história da “Gata Borralheira” do livro “Histórias da Terra e do Mar” de Sophia de Mello Breyner Andresen.
       Em primeiro lugar, visualizámos uma curta-metragem denominada “The Fantastic Flying Books” que ganhou o Óscar de melhor curta-metragem de animação. É um filme mudo, contudo ensina-nos muito sobre a importância dos livros. Este pequeno filme não só homenageia o cinema, mas também a literatura. A história conta o amor pelos livros que um senhor tem, e os livros retribuem-no. A personagem principal tinha respeito pelos livros, pelo que decidiu a sua vida a eles, escrevendo amando, acabando os livros acabaram por lhe retribuir o favor.
Em segundo lugar, resolvemos a ficha do conto que lemos, que achei bastante fácil.
Por fim, vimos outro vídeo onde mostrava a importância dos livros, como utilizá-los, o cuidado que devemos ter…
Na minha opinião, gostei bastante desta atividade, pois enriquecemo-nos e lembramo-nos da importância que os livros têm, apesar de muita gente não os valorizar. Ao ler, estamos a aprender não só a escrever, mas também a interiorizar a moral do livro, o que nos pode ajudar na nossa vida, no dia-a-dia de cada um de nós. Como se diz “Ler é aprender”. Apreciei também o facto do conto da “Gata Borralheira” ser diferente do conto infantil que ainda nos recordamos.
Concluindo, gostei desta atividade, já que aprendemos diversas coisas, algumas não sabíamos. Achei bastante interessante e espero que haja mais atividades como esta.
Sara Marques 7ºB nº 24


10/03/2012

O POETA DO MÊS

A poesia anda na Escola
O poeta do mês
  [N. São Bartolomeu de Messines, Algarve, 8-3-1830 — m. Lisboa, 11-1-1896] 
 JOÃO DE DEUS
JOÃO DE DEUS DE NOGUEIRA RAMOS nasceu em São Bartolomeu de Messines a 8 de março de 1830 e faleceu em Lisboa a 11 de janeiro de 1896.
Filho de um pequeno comerciante algarvio, foi para Coimbra em 1849 matricular-se em Direito, tendo levado dez anos a concluir a sua formatura, pelo que teve ocasião de fazer amizade com Antero de Quental, que, em 1860, já nele saudava «o poeta mais original do seu tempo». Boémio, generoso, irónico, irreverente, improvisando poemas que acompanhava à guitarra, a sua personalidade fascinou sucessivas gerações de estudantes. Colaborou numa série de jornais (Estreia Literária, Ateneu, Prelúdios Literários, Académico, Fósforo, etc.) e, em 1869, um grupo de amigos conseguiu elegê-lo deputado por Silves, tendo-se mudado de vez para Lisboa. Mas, a política pouco o interessava e esses primeiros anos em Lisboa foram difíceis, tendo tido de recorrer a vários expedientes para sobreviver. Datam dessa época as suas traduções de comédias de Méry, compondo também, por encomenda, poemas para festas de caridade.
Embora pertencendo à 2.ª geração romântica de um João de Lemos e de um Soares dos Passos, João de Deus é um poeta isolado e dissidente dos ideais estéticos de O Novo Trovador. Num artigo que publicou em O Bejense, em 1863 (escrito contra certas afirmações de Castilho que introduziam o D. Jaime, de Tomás Ribeiro), fazia a primeira condenação pública da escola ultra-romântica, defendendo um lirismo «purificado» ligado à tradição dos cancioneiros galego portugueses, às cantigas populares do romanceiro e a certos aspectos de Camões lírico.
Escrevendo «com uma mão no coração», não se encontra na sua poesia nada de tétrico ou de lamuriento. Servindo-se de um vocabulário restrito, em que aparecem repetidamente palavras como lua, ave, nuvem, perfume, lágrima, exprime os sentimentos de um modo espontâneo e direto, quase infantil, numa linguagem muito próxima da oralidade.
É um poeta do amor adoração e a sua poesia não é mais do que a sublimação dos impulsos eróticos. Não canta cada mulher que cruza a sua vida mas a Mulher, numa ascese que, superando a materialidade, aspira a «tudo o que é belo e estável», sem nunca se desprender completamente do seu apoio concreto e sensual.
Formalmente recupera o soneto desprezado pelos românticos e cultiva quase todas as formas poéticas, desde a ode à elegia, dando uma nova vida às formas tradicionais de redondilha maior ou menor, no que, de certo modo, preparou o advento da poesia moderna.
A sua bondade inata fá-lo sensível aos problemas da educação  e, na esteira de Castilho, publicou, em 1876, a sua famosa Cartilha Maternal, método racional e sensível de ensinar a ler, que foi para  muitas gerações o método oficial de leitura nas escolas.
Homenageado pela nação inteira em 1895, os seus funerais, em 1896, tiveram a dimensão de acontecimento nacional.
Obras principais: Flores do Campo, 1868 (2.ª ed., 1876); Ramo de Flores, 1869; Folhas Soltas, 1876; Cartilha Maternal, 1876; Despedidas de Verão, 1880; Campo de Flores (organizado por Teófilo Braga), 1893; Prosas (sob os cuidados de Teófilo Braga), 1898.

Dicionário Cronológico de Autores Portugueses

19/02/2012

SEMANA DA LEITURA 2012 | 5 a 9 de março

COOPERAÇÃO | SOLIDARIEDADE
Programa geral:

Dia 5 de março: Várias atividades para assinalar a abertura: às 11h na câmara municipal, declamação musicada apresentada pelos alunos da oficina de poesia da ESTP. À tarde na BE, projeção do filme "The Fantastic Fllying Books of Mr. Morris Less More";

Dias 6,7,8 e 9 março: Durante a manhã, Concurso de Leitura pelos alunos do 3º ciclo e ensino secundário/profissional;

Dia 8 de março às 10h15: Encontro com o escritor, poeta Açoriano IVO MACHADO, "A Poesia que navegue nas onduladas águas do mar";

Dia 8 de março das 11h15 às 11h30: Em todos os espaços da escola "15 minutos de leitura em Sto Tirso". Esta ação decorre em todas as escolas do concelho, no mesmo dia à mesma hora;

Diarimente na BE: Competências associadas à leitura: Exposição de trabalhos do Concurso de Poesia Visual e Banda Desenhada.

Consulte programa detalhado nos vários placards da escola.

Compareça e participe na Semana da Leitura!

18/02/2012

" O POETA NA ESCOLA"







No passado dia 10 de Fevereiro, imbuídos pelo espírito “A poesia anda na Escola”, tivemos “O Poeta na Escola”. No auditório da Biblioteca, pelas 10:15 h, os alunos das turmas 10ºA3/F2, 10º F1 e 11º E1/E2 aguardavam a presença do autor do livro Rumores Adolescentes (ou quase), professor António Oliveira, para a apresentação desta sua obra. O professor António Sousa abriu a sessão fazendo uma breve alusão ao poeta com o poema “Sôbolos rios que vão”, o primeiro poema do livro. Seguiu-se um trecho musical divinamente tocado pelas alunas da turma 10º A3, Maura e Ana Paula, (violino e viola de arco, respetivamente). Vários foram os alunos que surpreenderam o poeta com a leitura dos seus poemas, o Tiago Maia do 10º A3, a Ana Clara, a Catarina Martins e a Catarina Pinheiro do 10º F2, a Ângela, a Lisandra e a Maria João do 10º F1. A Catarina Martins e a Sofia do 10º A3 iam intercalando a audição dos poemas, lidos pelos alunos e pelo professor Sousa, com belas melodias arrancadas das suas flautas.
Seguiu-se o momento em que foi dada a palavra ao nosso convidado. O professor António Oliveira falou da sua larga experiência no âmbito da docência e da sua relação pedagógica com jovens adolescentes para desenvolver o que o levou a escrever este livro. Todos os poemas são respostas a desejos, anseios, desabafos, angústias… dos seus alunos.
Os nossos alunos, embalados pela retórica do autor convidado (e do professor Sousa que, por vezes, o interpelava fazendo alusões a poemas dos nossos poetas), colocaram várias questões quer sobre a obra quer sobre o poeta.
Terminou a sessão ao som das cordas do violino e da viola de arco (habilmente dedilhadas pela Maura e Ana Paula), com os agradecimentos em nome da Escola, nomeadamente do Diretor, e com a oferta do anuário e medalha da Escola ao nosso convidado.
Maria Agostinha S. Cruz
(Professora de Português do 10º A3/F2
Coordenadora da Oficina de Poesia)